O Dia Nacional do Taquígrafo homenageia esses profissionais que dominam a arte da estenografia (taquigrafia), a técnica de escrever na mesma velocidade em que se fala.
Por que neste dia?
A data é uma homenagem a Manuel Francisco dos Santos (conhecido como Manso), um taquígrafo da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Foi em 3 de maio que ele faleceu, em 1974, e a data foi instituída para celebrar a categoria.
A importância desse profissional:
Antes da popularização da gravação em áudio e vídeo, o taquígrafo era a peça-chave para registrar:
- Discursos e debates no Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas.
- Sessões de tribunais (no Judiciário).
- Reuniões e assembleias de grandes empresas.
Com o tempo, a tecnologia digital evoluiu, mas a taquigrafia não morreu: ela se adaptou. Hoje, muitos taquígrafos utilizam máquinas estenográficas eletrônicas (como a stenotype) conectadas a computadores, que permitem a transcrição em tempo real, gerando legendas para TV ou transmissões ao vivo (ex: sessões da Câmara e do Senado).
Curiosidade:
Um taquígrafo experiente pode chegar a 250 a 300 palavras por minuto, enquanto a fala normal varia entre 120 a 150 palavras por minuto.
Parabéns a esses profissionais que garantem a fidelidade da palavra falada ao registro escrito, um trabalho essencial para a transparência e a história do país!